Porque é comum e natural em jantares de amigos surgir como tema de conversa as coisas inacreditavelmente estúpidas que me acontecem.
Como daquela vez em que eu e um espécime do sexo masculino passeávamos numa loja de festas no Colombo quando eu encontrei uma máscara de terror daquelas que se enfiam pela cabeça abaixo. “Oh, isto deve ser mesmo assustador” pensei eu ao ver que a dita máscara não tinha nariz nem boca. E antes de pensar já andava eu pela loja com a máscara enfiada pela cabeça abaixo em busca do dito espécime. Passo pelo empregado, por todos os clientes de uma loja à pinha e… “Buh!” gritei quando o encontrei, completamente extasiada pelo efeito terrificante que iria provocar. E quando se está nesta expectativa, um “o que é que estás a fazer com essa merda na cabeça?” não é a reacção esperada. Lá fui eu, rabinho entre as pernas pôr aquilo no lugar que uma máscara de látex é coisa para causar um calor dos infernos. E mais volta e pega nisto e pega naquilo e…encontra a secção dos artigos para despedidas de solteira. E a minha “máscara de terror”. Que não tinha nariz nem boca porque era um grandessíssimo pénis com uma enorme glande com a qual me passeei pela loja inteira! Dava para ter avisado?
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